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Segundo o estudo The Truth about Laundry 2025 da AEG Portugueses revelam maior consciência sobre o impacto ambiental da lavagem e valorizam a durabilidade das suas roupas

Lisboa, 15 de outubro, 2025 – O estudo The Truth about Laundry 2025 inquiriu, nesta 5ª Edição, cerca de 14 000 pessoas em catorze países europeus, incluindo Portugal, e revela uma mudança de hábitos de lavagem e secagem marcada pela procura de conveniência, diclos mais rápidos e maior consciência ambiental. Este estudo é conduzido pela marca AEG e enquadra-se num programa de investigação científico com sete anos de duração, centrado no prolongamento da vida útil da roupa e na evolução dos hábitos de lavagem e secagem.

Lavagem mais consciente e duradoura

De acordo com os dados recolhidos em Portugal, 49% dos consumidores considera que a forma como a roupa é lavada tem um impacto direto na sua durabilidade. Esta preocupação reflete-se nas escolhas diárias: 71% dos inquiridos acredita que lavar a temperaturas mais baixas ajuda as peças a durar mais tempo, e 54% prefere ciclos de lavagem a 30 °C ou menos, realizados com mais frequência, para preservar os tecidos e prolongar a vida útil das peças.

Sustentabilidade e eficiência energética

A consciência ambiental está também em destaque, com mais de metade dos inquiridos (55%) a afirmar que se sente culpado pelo impacto da lavagem e secagem no planeta, demonstrando uma sensibilidade crescente para com os efeitos do consumo energético e da manutenção das roupas.

A relação entre custo e sustentabilidade é outro fator relevante: 65% indicam o preço como o fator de maior influência na compra de uma máquina de lavar ou secar, enquanto 61% valorizam a eficiência energética. Estes números revelam uma preocupação não apenas económica, mas também ecológica, com a eficiência a ser vista como um indicador de responsabilidade ambiental e um fator decisivo na escolha de eletrodomésticos.

Além disso, 47% dos portugueses estaria disposto a lavar a temperaturas mais baixas para reduzir o gasto energético, e 30% já utiliza o modo “ECO” nas suas lavagens.

Rapidez e conveniência no dia a dia

A rapidez é uma das principais aspirações dos consumidores modernos. Em Portugal, para 35% dos inquiridos, a melhoria mais desejada nas máquinas de lavar seria a possibilidade de lavar a roupa mais rapidamente, sem comprometer o cuidado da roupa nem a sustentabilidade do processo. Esta procura por conveniência estende-se à secagem, com 81% dos inquiridos a afirmar estar satisfeito com a sua máquina de secar roupa e 33% a destacar a poupança de tempo como a sua principal característica.

Secagem segura e confiança na tecnologia

Apesar da valorização da conveniência, os consumidores demonstram uma preocupação real com o cuidado das peças durante a secagem. Em Portugal, 51% dos inquiridos afirma não querer correr o risco de danificar peças delicadas e 40% não confia que a sua máquina de secar consiga secar esses tecidos em segurança. Estes receios continuam a limitar o uso da máquina de secar, sobretudo em peças mais sensíveis — mas os dados mostram também que há espaço para evoluir, se a tecnologia conseguir responder a estas preocupações.

Soluções inteligentes para cuidar dos tecidos

A tecnologia está a transformar a forma como cuidamos da roupa, e em Portugal essa mudança já se reflete nas preferências dos consumidores: 23% afirmam que usariam mais a máquina de secar se esta tivesse ciclos específicos para diferentes tecidos, e 20% valorizam sensores que evitem a sobre secagem ao ajustar automaticamente a humidade. Estas funcionalidades, já presentes em modelos recentes, estão a ajudar a ultrapassar receios antigos e a promover uma utilização mais confiante e frequente da máquina de secar.

Segundo Ângela Pereira, Brand Manager da AEG, “É evidente que os consumidores portugueses estão a evoluir para hábitos de consumo mais conscientes. Atualmente, procuram soluções de lavagem mais rápidas e eficientes, sem comprometer os resultados, demonstrando uma preocupação clara com o consumo energético e o impacto ambiental. Ao mesmo tempo, valorizam cada vez mais a secagem delicada, que ajuda a cuidar melhor das suas roupas e a prolongar a sua vida útil. Esta mudança reflete uma procura crescente por soluções inteligentes que protejam até os tecidos mais delicados, combinando inovação, desempenho e sustentabilidade.”

As escolhas dos consumidores revelam uma tendência clara: lavar deixou de ser apenas uma tarefa doméstica para se tornar um ato consciente, com impacto direto na durabilidade das peças e no planeta. Cada decisão, desde a temperatura da água até à forma de secar, representa um contributo para um futuro mais sustentável.

NOTAS

Sobre o Grupo Electrolux

O Grupo Electrolux é uma empresa líder mundial em eletrodomésticos que tem contribuído para uma vida melhor há mais de 100 anos. Reinventamos experiências de sabor, cuidado e bem-estar para milhões de pessoas, esforçando-nos sempre por estar na vanguarda da sustentabilidade na sociedade através das nossas soluções e operações. Sob o nosso grupo de marcas líderes de eletrodomésticos, incluindo Electrolux, AEG e Frigidaire, vendemos produtos domésticos em cerca de 120 mercados todos os anos. Em 2023, o Grupo Electrolux registou vendas de 134 mil milhões de coroas suecas e empregou 45.000 pessoas em todo o mundo. Para mais informações, aceda a www.electroluxgroup.com.

Sobre o relatório – The Truth about Laundry 2025

As conclusões deste último estudo baseiam-se em dados quantitativos recolhidos junto de 15 953 adultos em catorze mercados europeus. A OnePoll, uma empresa de estudos de mercado baseados em inquéritos, geriu a investigação em colaboração com a AEG e os seus parceiros. O inquérito foi realizado entre 30 de janeiro e 7 de março de 2025, com dados recolhidos nos seguintes países: Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Noruega, Polónia, Portugal, Espanha, Suécia, Suíça e Reino Unido; 1000 pessoas da população em geral por mercado, com um aumento para 500 proprietários de máquinas de secar roupa. Embora os dados sejam principalmente de países da UE, devido à dimensão e escala da pesquisa, e para manter a consistência com os anos anteriores, aplicámos as conclusões à Europa.

Os dados foram ponderados para cada país para garantir uma representação precisa por idade, estado civil, rendimento/classe social, etnia e religião. Para uma estatística de 50%, a margem de erro para uma amostra de 1000 inquiridos é de ±3,1%. Para estatísticas menores ou maiores, a margem de erro diminui e cai para 1,9% para uma estatística de 10% ou 90%. Isto baseia-se no facto de todos os países terem 1000 inquiridos por mercado. Esta margem de erro é pequena, tornando os dados altamente fiáveis.

Júlia Almeida
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